terça-feira, junho 30, 2009

OFF THE WALL [ou WHO WATCHES THE WCT?] Ele está entre nós: “Estou numa posição de que é agora ou nunca. Na verdade, não estou tendo um bom ano nas competições e quase não venho pra cá nem p/ a África do Sul. Eu queria ficar um pouco mais em casa p/ descansar c/ a família e só voltar na etapa de Trestles [EUA], mas na última hora decidi vir”, disse Kelly Slater após vencer sua bateria na repescagem.
Em um ano atípico, o atual ENEAcampeão do WCT [leia-se 9X campeão do mundo] ainda não passou da 17ª colocação em nenhuma das 3 etapas realizadas nesta temporada. Perdeu disputas p/ adversários que em situações normais seriam presas fáceis – os pro-jrs. Julian Wilson e Owen Wright na Austrália e o basco Aritz Aramboru no Tahiti – e estreou no Brasil c/ derrota. P/ sorte dele – e dos 7 brasileiros que competem no evento e também perderam de cara – o Hang Loose Santa Catarina Pro adotou o formato de baterias c/ 3 atletas na fase 1 classificando só os 1ºs colocados em cada, e uma 2ª fase de repescagem p/ o restante.
Semelhante ao seu sósia, o Dr.Manhattan de Watchmen, os poderes de Slater nunca podem ser subestimados. O Kareca ‘from outer space’ teve sua bagagem extraviada e competiu no sábado c/ uma prancha emprestada do havaiano Fred Patacchia, semifinalista na última edição que desta vez foi derrotado pelo convidado brasileiro Neco Padaratz. Kelly perdeu p/ seu compatriota Tim Reyes, mas teria uma 2ª chance no domingo: “Fiquei 3 dias tentando chegar aqui. Fui p/ a Califórnia regularizar o meu visto e pegar pranchas, aí perdi a conexão em Miami, tive que dormir lá, trocar de companhia porque não tinha vaga na American Airlines, daí perdi a conexão em São Paulo e as minhas pranchas também.” As pranchas chegaram na noite do sábado, e a bordo de uma quadriquilha – único surfista a usar prancha de 4 quilhas no tour – venceu o pernambucano Bernardo Pigmeu na repescagem: “Estou testando diferentes pranchas em diversas condições de mar. Esta de hoje é uma quadriquilha que venho usando algumas vezes e estou procurando ajustar elas nas ondas que encontro p/ competir. Aqui funcionou”, disse The Freak.
TESTE DE RORSCHACHSe Slater é o Dr.Manhattan, Neco é o Rorschach. Misterioso, noiado e perigoso, o catarinense – Top 13 WCT 1997 e bicampeão WQS 2003/04 – já foi muitas vezes considerado carta fora do baralho, mas nunca perde o sangue no olho nem a sensação de que o mundo inteiro está contra ele. Assim como o detetive que faz a história de Watchmen se desenrolar, Padaratz tem como lema “nunca transigir” e costuma crescer em condições adversas.
Venceu o WCT da Califórnia em 1999 após 1 ano fora do circuito, e derrotou o tricampeão mundial Andy Irons na final da França em 2002 sentindo dores nas costas que o acompanharam até 2008, quando retirou-se do mundial p/ iniciar um tratamento p/ seu problema crônico na lombar. Em 2005, foi pivô de um escândalo, ao se tornar o 1º surfista profissional da história a ser pego em um exame anti-doping, que acusou uso de esteróides anabolizantes. Foi penalizado c/ 1 ano de suspensão e voltou em 2006 vencendo o WQS de Newcastle, na Austrália. Aparentemente recuperado de todos os seus problemas – físicos e psicológicos – , Neco fez jus ao convite recebido no último minuto [devido à desistência do australiano Adrian Buchan], e é o único wild card ainda vivo na competição: “Imbituba está no meu coração a vida inteira, a gente já vem p/ cá como um gladiador, pela dificuldade deste mar, o posicionamento lá dentro, a correnteza, mas as ondas estão aí lindas p/ serem surfadas.
Este ano, pela 1ª vez, a prova brasileira do WCT está acontecendo no inverno, ao invés da primavera. Além de ondas maiores, a mudança de estação trouxe de volta o interesse dos surfistas que lideram o ranking. Como sempre ocorria no final da temporada, o evento era encarado como descarte p/ a maioria dos gringos, que só competiam aqui se estivessem muito mal na classificação ou à beira de se tornarem campeões mundiais. Vários títulos já foram decididos no Brasil: Occy em 1999, Sunny em 2000, Andy em 2004, Kelly em 2005, Mick em 2007... Mesmo assim, os putos esnobavam nossas mal-formadas ondas:Eu já vim várias vezes pro Brasil e é preciso uma motivação extra pra sair do Havaí e viajar até aqui”, bate a real o gordinho Kekoa Bacalso [foto], campeão mundial pro-jr. 2006 e algoz de outro ex-campeão sub-20, Adriano de Souza, na 1ª fase. “Acho que já devo ter competido c/ ele umas 15X e perdi todas, então uma vitória em quinze já é um começo”, disse Kekoa, o equivalente ao Coruja dos Watchmen: “O Adriano é um surfista incrível e estou amarradão por ter passado direto p/ a 3ª fase!”.
A CORRIDAAdriano ‘Mineirinho’ é o nosso pretendente ao título mundial, terminou o ano passado em 7º, está em na corrida c/ uma final na Austrália, e tem o respeito da comunidade internacional. Mas voltando ao desprezo dos gringos pela nossa etapa, este ano a coisa mudou de figura: agora o WCT Brasil é a 4ª etapa do circuito, e todos os pontos em jogo aqui serão determinantes no final da temporada. “Geralmente eu vinha p/ cá quando o circuito já estava decidido, mas c/ esta mudança no calendário e c/ o bom momento que estou vivendo, me sinto bem mais confiante p/ conquistar um bom resultado este ano aqui no Brasil”, falou aos repórteres o líder do ranking, o australiano Joel Parkinson, vencedor das 2 etapas australianas.
‘Parko’ [à esquerda] marcou a 2ª maior média da 1ª fase, 16 pontos, atrás apenas dos 16,43 marcados pelo seu amigo Mick Fanning [à direita], campeão de mundo em 2007. “Definitivamente vim p/ cá buscar minha primeira final no ano”, diz Fanning: “Já venci aqui 2X [em 2006/07] e espero me dar bem novamente. O negócio é surfar bateria por bateria, dia após dia, não posso ficar pensando lá na frente, tem que ser passo a passo.Kelly Slater admite que só veio p/ seu índice de popularidade não cair: “Ano passado eu não vim e achei que os fãs daqui do Brasil iriam ficar muito desapontados comigo se não viesse este ano.” O Dr.Manhattan olha p/ todos de um nível acima. Muitos duvidam que ainda seja humano...
Slater está na 3ª fase, barreira que ainda não rompeu este ano. ‘17’ também é um número de azar p/ Adriano ‘Mineirinho’ de Souza, pelo menos na etapa brasileira: “É verdade. Não consegui surfar muito bem e vamos ver se consigo quebrar um tabu, pois até agora eu nunca passei desta fase aqui em Santa Catarina”. Mineirinho passou pelo atual campeão brasileiro na repescagem: “O Gustavo Fernandes conhece bem todas as praias do Brasil e tentei usar a experiência que já tenho no WCT para jogar a pressão em cima dele.” Adriano enfrenta Greg Emslie nesta terça, por uma vaga nas oitavas.
ROSEBUDWatchmen é uma história em quadrinhos dos anos 80 que virou filme este ano. Lançada em 12 capítulos entre 1985 e ’86, partia de uma premissa até então inédita: como seria o mundo real se heróis fantasiados existissem de verdade. A HQ, escrita pelo roteirista Alan Moore em parceria c/ o desenhista David Gibbons, revolucionou o gênero e estabeleceu o formato ‘graphic novel’, gibis mainstream c/ histórias inteligentes voltadas p/ o público adulto, junto a Um Contrato com Deus de Will Eisner, Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, Sandman de Neil Gaiman, e MAUS de Art Spiegelman.
A história de um grupo de justiceiros mascarados sem super-poderes que entram em ação no final da década de ’30 e vai se adaptando às mudanças políticas no decorrer do tempo, c/ novos membros e problemas, é construída de forma fragmentada, c/ elementos surgindo aqui e ali p/ no fim comporem o quadro geral: “Pequenas histórias se movendo. Prestar atenção nesses elementos me permite criar um senso de realidade muito mais completo, que é, eu acho, o que todo escritor ou artista está tentando simular em seus próprios termos”, explica Moore. O pano de fundo é a queda de braço entre as potências da época, EUA e Rússia. Lançada em plena Guerra Fria, Watchmen usa teorias da física como a da relatividade e dos fractais, e aborda questões éticas e filosóficas que estão mais acesas que nunca, diante da dicotomia cada vez maior entre Ocidente e Oriente, e toda a chantagem atômica que vigora no momento.
P/ mim, o mais interessante sobre Watchmen é sua ligação c/ a cultura pop”, diz Zack Snider, diretor do filme lançado em março. “A história coloca um espelho diante da sociedade, a cutuca. O mundo ocidental aceitou os super-heróis como nossa mitologia moderna. O cinema está hoje onde os quadrinhos estavam quando Watchmen foi publicado, e espero que a história tenha o mesmo impacto no público que a obra teve, lançando os mesmos questionamentos sobre moralidade.”
A série recebeu os principais prêmios da ‘arte sequencial’, como o Kirby e o Eisner Awards, além de uma menção honrosa no Prémio Hugo, dedicado à ficção científica. É a única HQ a figurar na lista dos 100 melhores romances do séc. XX, realizada pela revista Time. Carla Gugino, a atriz que interpreta a Espectral no cinema, considera Watchmeno Cidadão Kane das graphic novels”. Moore já tinha tido outras obras suas adaptadas p/ o cinema, como Do Inferno e V de Vingança, e Snider já havia trabalhado c/ outra versão dos quadrinhos: 300 de Frank Miller. Mais uma vez, o diretor seguiu seu estilo de fidelidade à obra original p/ transpor às telas a história até então considerada ‘infilmável’.
MÓRBIDA SEMELHANÇAWatchmen começa c/ o assassinato de um dos heróis, o Comediante. A partir daí, o pária Rorschach – cuja marca é a máscara c/ manchas indefinidas, uma referência ao teste psicológico e à psique do anti-herói – inicia uma investigação que levará a uma conspiração mundial e à volta dos vigilantes mascarados à cena. O filme é fantástico: roteiro fiel ao original, fotografia e direção de arte que remetem aos anos ’80, elenco desconhecido e afiado – Jackie Earle Haley e Jeffrey Dean Morgan impressionam como Rorschach e Comediante, mas TODOS os atores estão bem –, e uma trilha sonora primorosa, c/ destaque p/ a execução quase na íntegra de “All Along the Watchtower”, de Jimi Hendrix, durante a épica seqüência final.
O WCT Brasil 2009 começou no sábado, após uma morte de repercussão mundial – a de Michael Jackson na quinta-feira. Se Neco Padaratz lembra o Rorschach, a barriga do Kekoa Bacalso parece a do Coruja, e Kelly Slater é quase tão poderoso quanto o semideus Dr.Manhattan – único personagem de Watchmen c/ poderes sobre-humanos – , Andy Irons seria o Ozymandias, o galã que tem tudo p/ ser herói mas não é. E o Michael Jackson do final dos tempos parecia o vampiro Morbius, um dos arquiinimigos do Homem-Aranha. Mas a semelhança entre os dois fica só na pele branca, cabelão escorrido e nariz de caveira. O Michael da vida real estava mais p/ vítima do que p/ vilão.
Sétimo de 9 filhos do casal Joseph e Katherine Jackson, Michael sempre comeu um dobrado nas mãos do pai, um cafajeste controlador que primeiro proibiu os filhos de mexer na sua guitarra, mas ao ver o talento da molecada p/ a música, decidiu ganhar dinheiro em cima deles. Acompanhava os ensaios dos Jackson 5 de cinto na mão. Em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, em 1993, Mike admitiu ter chorado muito durante a infância, e que muitas vezes vomitava só de ver o pai.
Ironia do destino, Michael se tornou um adulto tão pirado e paranóico que assustava até os próprios filhos, a quem obrigava a usar véu ou máscara em público, entre outras doideiras. A mais infame delas foi o infeliz episódio em que balançou o bebezinho p/ fora da sacada da janela, isso sem falar nas acusações de assédio sexual a garotinhos nos anos ’90. Se bem que, agora que ele morreu, o garoto que abriu o processo contra ele afirma ter sido pressionado pelo pai, o dentista Evan Chandler, a mentir a fim de conseguir um acordo lucrativo. Chandler embolsou 15 milhões de dólares e o caso foi arquivado por falta de provas. Tudo bem, ainda que não tenha sido um pedófilo [vamos supor], ‘Wacko Jacko’ era estranho até o fim.
BEAT ITPreto que ficou branco, fez tantas plásticas que dizem que nem tinha mais nariz. Vivia e agia como criança, mas era voraz nos negócios: nos anos ’80 passou a perna em seu amigo Paul MacCartney e comprou os direitos das músicas dos Beatles, liberando seu uso comercial em larga escala. Suas extravagâncias fizeram um rombo milionário em suas finanças – e por causa delas ele ia sair em turnê no 2º semestre. E as infinitas operações deixaram seqüelas p/ além da estética: viciou-se em Demerol, um opiáceo que usava p/ aliviar dores e cuja overdose veio a lhe custar a vida. Se é que se pode chamar de vida o que Jackson levava.
Quando criança, era muito zoado pelo pai por causa da sua nareba: “Não sei de quem você puxou esse nariz de batata!”, dizia o velho Jackson. Suas fobias estéticas se agravaram em 1979, quando caiu em um ensaio e quebrou o nariz. A rinoplastia não ficou legal, e Mike passou a ter dificuldade p/ respirar, sendo submetido a uma 2ª operação. Era o início de uma série interminável. Em ’85 teve parte do couro cabeludo queimada por fogos de artifício durante gravação de comercial da Pepsi.
Em ’88 já era o recordista em venda de discos – estima-se que THRILLER tenha vendido mais de 100 milhões de cópias pelo mundo – e em prêmios Grammy – 11 no total, 8 apenas pelo Thriller. Quando foi convidado a cantar 2 músicas na premiação, concorrendo c/ o disco BAD, de ’87, e não levou nenhum troféu, saiu da festa indignado: “Eles julgaram minha aparência, não minha música”. Na famosa entrevista p/ a Oprah, desmentiu boatos de que dormia numa câmera hiperbárica p/ retardar o envelhecimento e que conservava seu nariz verdadeiro numa jarra em casa, mas revelou ser portador de vitiligo, uma doença autoimune que acarreta em despigmentação da pele – isso justificaria seu ‘enbraquecimento’...
Tirando esses ‘detalhes’ em sua biografia, Michael Jackson foi gênio. Pelo menos até o início dos anos ‘80. Bandleader desde criança, arrimo de família ao emplacar sucessos como “ABC” e “I Want You Back” nos anos 70, arrombou a porta em 1979 na sua estréia solo c/ OFF THE WALL, disco lançado na transição da era disco p/ a new wave, que trazia “Don’t Stop ‘Til Get Enough” e “Rock With You”, e quebrou tudo c/ Thriller, álbum de 1982 que tinha simplesmente “Billie Jean”, “Beat It” e a faixa-título. Sua parceria c/ o produtor musical Quincy Jones foi insuperável: mix de sintetizadores c/ orquestração, cozinha funk e uso ostensivo de guitarras. E ainda tinha aquela dança dele, o ‘Moonwalk’, sua assinatura.
SUNSET VILAEm Watchmen, Dr. Manhattan não só anda na lua como se exila em Marte. Na vida real, Kelly 'Manhattan' Slater enfrenta Benn Dunn amanhã, porque hoje o campeonato foi adiado devido ao forte vento. Aparentemente Dunn é uma barbada p/ o supercampeão, favorito da torcida do Flamengo e do Corinthians, mas o puro-sangue tem perdido p/ os pangarés justamente nesta fase. O líder Joel Parkinson, o campeão mundial 2007 Mick Fanning, e o de 2001, CJ Hobgood [foto], que comparou as ondas de Imbituba a Sunset, no Havaí, também estão no páreo: “O posicionamento aqui é bem traiçoeiro. Parece que você está sempre no lugar errado, vê a onda vindo, se prepara e do nada a onda desaparece... Minha meta é conseguir chegar pelo menos nas semifinais e vamos ver o que vai acontecer, pois as condições estão variando bastante e ninguém sabe como o mar vai amanhecer”, disse CJ.
E tem os brasileiros Adriano de Souza, Heitor Alves [foto] e Neco ‘Rorschach’: “Em todos os itens, é o ápice que você pode encontrar pro seu trabalho. A gente treina neste limite o inverno todo, debaixo de frio intenso, água gelada, então até que enfim fizeram o campeonato na época certa das grandes ondas aqui na Vila, p/ os gringos verem que aqui também dá onda boa”, diz Neco. A 3ª fase deve entrar na água nesta terça.
Quer assistir o WCT? Dá p/ ver ao vivo no site oficial do evento. O VxLxBx faz sua própria homenagem ao finado Rei do Pop e aos brasileiros no circuito mundial de surf c/ um clip da música “Off The Wall”, do álbum de 1979, e imagens de Souza e Gilmar Silva na praia homônima do North Shore do Havaí, extraídas do filme ADRIANO MINEIRINHO E AMIGOS NA ESTRADA.
HERANÇAOakley & Fluir, não me processem. Não sejam iguais aos pais do Michael, não pensem só em dinheiro.
‘Wacko’ deixa uma dívida quase tão grande quanto sua fortuna, sua loucura ou seu legado musical: $500 milhões de dólares. Dizem que sua mãe ligou p/ Neverland após a notícia da morte e perguntou aos empregados se o filho guardava grana em casa. O pai, Joseph, aproveitou a coletiva em que explicaria os detalhes do funeral p/ anunciar o lançamento de sua nova gravadora. Passei o texto todo comparando o WCT a Watchmen, mas a família de Michael Jackson me faz lembrar de outro filme: PARENTE É SERPENTE, do italiano Mario Monicelli.
Ah, p/ terminar uma piada: dizem que Michael está no paraíso; finalmente vai encontrar o menino Jesus.
OFF THE WALL
video
SURFISTAS: Adriano de Souza e Gilmar Silva
TRILHA SONORA: "Off The Wall" Michael Jackson

4 comentários:

Adelvan disse...

Caraca, Morbius, o Vampiro Vivo. Esse é do fundo do bau, heheheh. Tentei ler pulando os trechos sobre surf, não consegui, vou ler de novo com mais calma depois, hehehe

espedito disse...

mais uma grande reportagem "la brasa style",mas pelo visto vc anda meio pr fora das "fofocas" do michael:
ele dormia numa câmera hiperbárica sim e não morava mais em neverland desde os escândalos com os menores.
pelo menos o pai ficou de fora do testamento...
abraço. EXP

Viva La Brasa disse...

Ah, esses lapsos têm acontecido c/ frequência desde que cancelei minha assinatura de CARAS...

Juliano disse...

Gostei dessa mutação do texto Man,
congratulations!

Juliano
Bancadadecoral.blogspot.com